Foto: Fabrício Peçanha / divulgaçãoFabrício Schmitt Peçanha ou simplesmente DJ Fabrício Peçanha, 37 anos (completados hoje), é um dos pioneiros da discotecagem brasileira no Sul do país. Ele começou a tocar profissionalmente no início da década de 90.Natural de Porto Alegre, Peçanha já tocou em diversos locais como nos lendários clubes Cocoon (Alemanha),Avalon (Los Angeles) e Amnesia (Ibiza), além de se apresentar nos principais festivais brasileiros (Skol Beats, SWU, Planeta Atlântida etc) e realizar turnês por diversos países. Além da carreira solo, Peçanha é um dos integrantes do trio Life is a Loop, formado também pelo DJ Leozinho e pelo percussionista Rodrigo Paciornik. O DJ foi um dos poucos artistas brasileiros que já esteve no famoso ranking “Top 100 DJs” da revista britânica DJ Mag. Na biografia do artista está diversas premiações como: “Melhor DJ do Brasil” pelo Cool Awards, nos anos de 2006, 2007, 2010 e 2011 entre outros prêmios. Em entrevista exclusiva, Peçanha fala sobre a carreira, novidades para 2012 e comenta sua participação nos Road Shows RMC em Porto Alegre e Florianópolis. Entrevista concedida à Vivian Silva – Redação RMC. Vivian Silva - Fabrício, o que ou quem te influenciou a seguir a carreira de DJ? Fabrício Peçanha - Sempre fui apaixonado por música, influência da minha família que deixava o rádio ligado em casa, ao invés da TV, até dormíamos ouvindo música... Quando fui à minha primeira balada vi um DJ tocando e de cara percebi que seria isso que eu gostaria de fazer. Vivian Silva - Quais as principais diferenças do seu set quando você toca sozinho e quando você toca com o Life is a Loop? Fabrício Peçanha - Quando toco sozinho faço um som mais conceitual, experimental, minhas loucuras... Sempre testo muitas músicas e ritmos diferentes. No Life is a Loop fazemos um som maismainstream, som para pista grande, mais forte e mais acessível, mas, claro, com estilo. Vivian Silva - Quais são suas referências musicais? Fabrício Peçanha - Escutava muito rock e eletrônico dos anos 80 e 90, The Cure, Depeche Mode, A ha, Oingo Boingo, Tears for Fears, New Order e por aí vai. Vivian Silva - Qual foi o fato mais marcante da sua carreira? Fabrício Peçanha - Na verdade foram vários. Durante minha carreira tive momentos incríveis, como ver a pista inteira se abaixando num break da música e depois saltando quando a música voltava, ou ver em plena Argentina, o pessoal na pista levantar a bandeira do Brasil e no lugar de "ordem e progresso" estava meu nome. Vivian Silva - Como você analisa a cena eletrônica nacional? Fabrício Peçanha - A cena nacional esta crescendo muito rápido, isso está assustando muita gente, porque com o crescimento tivemos muitas mudanças. Estamos em um estágio de amadurecimento e só vejo bons caminhos para o Brasil, cada ano que passa temos mais clubes, eventos melhores e por aí vai. O Brasil já virou rota obrigatória dos maiores DJs do mundo e muitos dizem que o futuro é aqui. Vivian Silva - Como foi participar dos “Encontros Regionais RMC”? Fabrício Peçanha - Foi muito bacana, muito organizado e uma ótima iniciativa. São projetos como esse que alavancam a cena. É sempre um prazer poder participar de iniciativas desse tipo. Vivian Silva - Você (ou Life is a Loop) tem novos projetos musicais? Quais? Fabrício Peçanha - Estamos trabalhando no nosso álbum, dividindo o tempo entre shows e estúdio, acredito que 2012 já comecem a sair algumas tracks do LIAL. Além disso, estamos preparando a nova turnê que estréia também no próximo ano. Vivian Silva - Atualmente, você mantém residência em algum clube? Fabrício Peçanha - Toco com frequência em vários clubes, como Beehive (em Passo Fundo), Amazon(Chapecó) entre outros. |
domingo, 5 de fevereiro de 2012
''O Brasil já virou Rota Obrigatória dos Maiores DJs''
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